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Arquivo para a categoria ‘Textos’

Espécies de Peixes Anuais Brasileiros – de N até R

Segue abaixo, uma lista de espécies de killies, de N até R em ordem alfabética, existentes atualmente no Brasil.

  • Nematolebias papilliferus
  • Nematolebias whitei
  • Neofundulus guaporensis
  • Neofundulus paraguayensis
  • Neofundulus parvipinnis
  • Pituna brevirostrata
  • Pituna compacta
  • Pituna obliquoseriata
  • Pituna poranga
  • Pituna schindleri
  • Pituna xiguensis
  • Plesiolebias altamira
  • Plesiolebias aruana
  • Plesiolebias canabravensis
  • Plesiolebias filamentosus
  • Plesiolebias fragilis
  • Plesolebias glaucopterus
  • Plesolebias lacerdai
  • Plesolebias xavantei
  • Prorivulus auriferus
  • Pterolebias bokermanni
  • Pterolebias longipinnis
  • Pterolebias phasianus
  • Rivulus amanapira
  • Rivulus apiamici
  • Rivulus argilae
  • Rivulus atratus
  • Rivulus auratus
  • Rivulus bahianus
  • Rivulus campelloi
  • Rivulus compactus
  • Rivulus compresus
  • Rivulus cyanopeterus
  • Rivulus dapazi
  • Rivulus decoratus
  • Rivulus depressus
  • Rivulus diaphus
  • Rivulus dibaphus
  • Rivulus egens
  • Rivulus elongatus
  • Rivulus geayi
  • Rivulus haraldsioli
  • Rivulus igneus
  • Rivulus iluminatus
  • Rivulus janeiroensis
  • Rivulus kaiapo
  • Rivulus kirovskyi
  • Rivulus lazzarotoi
  • Rivulus limoncochae
  • Rivulus litteratus
  • Rivulus luelingi
  • Rivulus micropus
  • Rivulus modestus
  • Rivulus nudiventris
  • Rivulus obscurus
  • Rivulus ornatus
  • Rivulus paracatuensis
  • Rivulus parnaibensis
  • Rivulus pictus
  • Rivulus pinima
  • Rivulus poeyi
  • Rivulus punctatus
  • Rivulus romeri
  • Rivulus rossoi
  • Rivulus rubrolineatus
  • Rivulus rutilicaudatus
  • Rivulus santensis
  • Rivulus scalaris
  • Rivulus simplicis
  • Rivulus strigatus
  • Rivulus uakti
  • Rivulus uatuman
  • Rivulus urophthalmus
  • Rivulus violaceus
  • Rivulus vittatus
  • Rivulus xanthonotus
  • Rivulus zygonectes

Créditos: João Carlos Gomes Wallwitz (biólogo, bancário aposentado, pós graduado em ictiologia e psicultura, possui mais de 50 anos de experiência em aquariofilia) via Lista de Discussão do Grupo de Aquarismo Ornamental.

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CEA, AQUORIO e Registro de Aquicultor

07/08/2011 3 comentários

Mediante algumas dúvidas de alguns leitores, amigos e participantes do Grupo de Aquarismo Ornamental, resolvi efetuar uma espécie de consulta/entrevista com o CEA/AQUORIO.

Adiante, você confere uma pequena relação de perguntas e respostas:

O que é o CEA e o Aquorio?

CEA – Centro de Estudos de Aquariofilia

Sem fins lucrativos, visando auxiliar os aquaristas, promovendo palestras, exposições, divulgando o hobby e esclarecendo dúvidas. Promover pesquisa e estudos sobre peixes ornamentais.

AQUORIO – Associação dos Aquicultores Ornamentais do Estado do Rio de Janeiro

É a entidade que oficialmente representa os aquicultores ornamentais do estado do Rio de Janeiro, sejam eles lojistas, produtores, criadores, distribuidores, importadores, exportadores e pescadores de organismos aquáticos ornamentais e possui uma cadeira no colegiado do território do Rio de Janeiro, no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

A AQUORIO representa também os aquicultores ornamentais na Comissão de Aquicultura e Pesca da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ).


O que é necessário para participar e quem pode participar?

CEA – Qualquer pessoa pode participar de nossos eventos(cursos, palestras, visitações etc), basta apenas se cadastrar através de nosso site http://www.cea-br.org para receber nossos informativos.

AQUORIO – Atualmente atua a nível de diretoria e conselhos, em breve convidaremos os interessados para se associarem. Todas aquelas pessoas que pretendem comercializar peixes ornamentais poderão se associar.


Quais são alguns dos objetivos futuros do CEA/Aquorio?

CEA

  • Estudar as espécies de peixes ornamentais, mais comumente criadas com o objetivo de melhorar os padrões de produção;
  • Disponibilizar consultorias segregadas por espécies de peixes, as quais serão ministradas por criadores experientes e profissionais de cada área. Como exemplo, teremos consultorias de: Guppy, Acará Bandeira, Acará Disco, Killifish, Betta, entre outras;
  • Promover uma maior interação entre os criadores;
  • Estabelecer parcerias com: criatórios comerciais, estabelecimentos do segmento, universidades (pesquisa), escolas (projeto um aquário em cada escola) e revistas especializadas;
  • Ministrar palestras periódicas e cursos de criação de peixes ornamentais;
  • Estudar a legislação ambiental pertinente;
  • Divulgar boletins periódicos;
  • Organizar pesquisas orientadas por pessoal habilitado, a biótopo de peixes ornamentais nativos;
  • Conceder entrevistas com associados para publicação em periódicos;
  • Criar um banco de dados de criadores;
  • Implementar um módulo específico de aquariofilia avançada que vai trabalhar com projetos científicos juntos a Universidades;
  • Oferecer tratamento especial para os novos aquariofilistas que terão sua iniciação com informações verdadeiras e receberão suporte e indicação de criadores e lojas sérias onde poderão obter material e matrizes.

AQUORIO – Atuar junto aos órgãos governamentais regulamentadores, no sentido de possibilitar melhores condições de trabalho para os aquicultores, relativamente à legalização, produção, comercialização, transporte, importação, exportação, etc.


Tivemos a boa notícia sobre o registro de aquicultor sem licenciamento. Quem é o principal público alvo para este registro?

Todos os criadores, que desejam ter o seu registro federal, sendo o primeiro passo para a sua regularização caso o mesmo queira vender seus peixes.


Um aquarista/criador que eventualmente queira comercializar alguns exemplares de peixes criados em seus aquários, precisa se preocupar com este registro?

Sim, todo o processo de comercialização envolve o despacho da mercadoria(peixe), nota de origem, atestado sanitário em alguns casos, além das guias GTA – Guia de Trasporte de Animais e GTPON – Guia de Transporte de Peixes Ornamentais. A maioria dos criadores trabalha na clandestinidade por problemas de cumprir a missão quase impossível de se regularizar. Por outro lado a fiscalização está cada vez mais intensa rastreando os peixes, os lojistas serão obrigados a mostrar a nota fiscal de origem dos peixes. Ai que entra a AQUORIO para representar, auxiliar e pleitear com os orgãos envolvidos esta desburocratização e regularização mais fácil dos envolvidos na cadeia produtiva.


Qual a vantagem e/ou desvantagem do cadastramento?

No nosso entendimento, trabalhar dentro da lei é a grande a vantagem. poder comprovar que é um aquicultor ornamental, através de um documento do governo federal é motivo de orgulho.

A DESVANTAGEM É O RISCO DAS PENALIDADES: A pessoa poderá ser multada, as multas são pesadas e tendo por base cada peixe de posse do aquicultor, ou seja, ex. 1 peixe = R$ 500,00; 10 peixes = R$ 5.000,00, além de responder processo na justiça.

Quanto mais gente se cadastrar melhor para todos, pois dará a verdadeira dimensão do nosso setor, além de maior respeito pois somos tratados como bandidos que coletam, devastam e poluem, o que é um despropósito.

De acordo com a legislação vigente, as lojas do ramo só podem comprar peixes ornamentais de criadores registrados no MPA. Quando a loja se registra no MPA, ela deve informar a relação dos seus fornecedores e se eles não forem aquicultores registrados o processo da loja não é aprovado e a loja não pode funcionar.


Conforme já sabemos, que será concedido aos produtores de peixes de corte e também ornamental, o “Registro de Aquicultor” para um período de até dois anos, sem a necessidade do licenciamento ambiental. E depois desses dois anos?

Infelizmente, não temos como adivinhar o futuro. Na verdade ganhamos um tempo “uma moratória” para até lá conseguirmos vencer a “nefasta” burocracia, aí é que entra a AQUORIO. Acreditamos que em menos tempo do que isso iremos conseguir, pois as vitórias que temos conseguido como esta e a resolução do CONEMA que reconhece a aquicultura ornamental, do Rio de Janeiro, como atividade de baixo impacto além de outras.

Gostaria de ressaltar que até bem pouco tempo as autoridades regulamentadoras ignoravam a existência dos criadores de peixes ornamentais e atualmente, graças a atuação da AQUORIO, leis já foram alteradas e muitos serão beneficiados.

 

Participaram desta entrevista: Edmar Schnabl (Subgestor do CEA e diretor do AQUORIO) e Wilson Vianna (Gestor do CEA e Presidente da AQUORIO).

Convidamos a todos para que participem do CEA e venham também fazer parte desta batalha, pois esta guerra é de nós todos!

CEA – Centro de Estudos de Aquariofilia

Espécies de Peixes Anuais Brasileiros – de A até M

Segue abaixo, uma lista de espécies de killies, de A até M em ordem alfabética, existentes atualmente no Brasil.

  • Aphyolebias boticaroi
  • Austrolebias adloffi (f.)
  • Austrolebias affinis
  • Austrolebias alexandri
  • Austrolebias arachan
  • Austrolebias carvalhoi
  • Austrolebias charrua
  • Austrolebias cyaneus
  • Austrolebias fulgens
  • Austrolebias gymnoventris
  • Austrolebias ibicuiensis
  • Austrolebias intimus
  • Austrolebias jaegueri
  • Austrolebias jualangi
  • Austrolebias litzi
  • Austrolebias luteoflammulatus
  • Austrolebias minuano
  • Austrolebias multipapillatus
  • Austrolebias nachitigalli
  • Austrolebias nigripinnis
  • Austrolebias nigrofasciatus
  • Austrolebias nigrovittatus
  • Austrolebias periodicus
  • Austrolebias prognathus
  • Austrolebias univentripinnis
  • Austrolebias varzeae
  • Austrolebias wolterstorffi
  • Campellolebias brucei
  • Campellolebias chrysolineatus
  • Campellolebias dorsimaculatus
  • Campelolebias intermedius
  • Cynolebias albipunctatus
  • Cynolebias altus
  • Cynolebias attenuatus
  • Cynolebias gibbus
  • Cynolebias gilbertoi
  • Cynolebias griseus
  • Cynolebias itapicurensis
  • Cynolebias leptocephalus
  • Cynolebias microphtalmus
  • Cynolebias paraguassuensis
  • Cynolebias perforatus
  • Cynolebias porosus
  • Cynolebias vazabarriensis
  • Cynopoecilius melanotaenia
  • Cynopoecilius multipapillatus
  • Cynopoecilus fulgens
  • Cynopoecilus intimus
  • Cynopoecilus multipapillatus
  • Kryptolebias brasiliensis (c.)
  • Kryptolebias caudomarginatus
  • Kryptolebias ocellatus
  • Leptolebias aureoguttatus
  • Leptolebias aureoguttatus (d.)
  • Leptolebias citrinipinnis
  • Leptolebias cruzi
  • Leptolebias fluminensis
  • Leptolebias fractifasciatus
  • Leptolebias leitaoi
  • Leptolebias marmoratus
  • Leptolebias minimus
  • Leptolebias sandrii
  • Maratecoara formosa
  • Maratecoara lacortei
  • Maratecora splendida
  • Moema apurinam
  • Moema heterostigma
  • Moema nidifrontata
  • Moema pepotei
  • Moema piriana
  • Moema portugali
  • Moema staecki

Créditos: João Carlos Gomes Wallwitz (biólogo, bancário aposentado, pós graduado em ictiologia e psicultura, possui mais de 50 anos de experiência em aquariofilia) via Lista de Discussão do Grupo de Aquarismo Ornamental.

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FVM/DIY – Garrafa pet para eclodir cistos de artêmia

artemeira

Garrafa de Eclosão Completa

Neste post, você irá aprender a fabricar uma artemeira caseira, bastante simples e barata para eclodir cistos de artêmia.

O processo de fabricação é relativamente bem simples. Pela foto ao lado você poderá ter uma idéia de como ficará a garrafa.

Além é claro de contribuir com a natureza ao reciclar, pois a base do projeto é uma garrafa pet daquelas de refrigerante.

Você precisará de uma simples garrafa pet de no mínimo 2 litros (capacidade) ou mais, uma pedaço de mangueira daquelas usadas em aeração de aquários (aprox. 1,5 metros) e um cadarço (opcional).

Em termos de ferramentas não precisará nada de especial. Nada que uma simples tesoura não resolva.

Recomendamos o uso de mangueiras de silicone, conforme explicação mais adiante.

Procedimentos

Para começar, corte fora o fundo da garrafa. Esta será a abertura, que ficará voltada para cima, por onde você irá introduzir a solução para eclosão.

Uma dica interessante é não jogar fora a parte que foi retirada, ou seja, o fundo da garrafa. Este fundo poderá servir como tampa evitando que caia sujeira ou outras coisas dentro da solução de eclosão. Mas caso prefira, poderá usar outro material como tampa.

O próximo passo é fazer um furo no centro da tampa onde será introduzido a mangueira. O grande segredo é deixar este furo com diâmetro inferior ao da mangueira. Assim, como a mangueira é de silicone esta será introduzida sob pressão e não será necessário nenhuma aplicação de cola.

Para furar, você poderá fazer inicialmente um furo usando um ferro de solda daqueles usados em eletrônica. Ou até mesmo um prego ou pedaço de arame aquecido. E por fim, utilize uma tesoura de ponta para estreitar o furo o tanto que seja o suficiente para introduzir a mangueira com bastante pressão.

Para facilitar a introdução da mangueira uma dica bastante eficaz é cortar a ponta da mangueira em angulo e após passar esta. Poderá inclusive puxar pelo outro lado com um alicate, se for necessário. Ao final basta cortar o excesso da mangueira. Veja fotos abaixo:

Tampa

Detalhe externo

Se observar bem na foto acima, poderá se ver que não foi utilizado nenhuma cola. Nota-se inclusive que a própria mangueira se encontra bem apertada, evitando assim qualquer tipo de vazamento.

Tampa

Detalhe interno

O ideal é cortar o máximo que possível do excesso da mangueira que fica para a parte interna da tampa. Evitando que ao coletar os nauplios, estes possam ficar ali retidos.

Usando

Para usar a garrafa de eclosão você irá precisar deixar a mangueira da mesma em posição mais alta, pois do contrário a solução em eclosão irá vazar.

Você tem várias opções de usar a garrafa. Uma das mais simples é fazer 2 (dois) furos na parte de cima, que é literalmente o fundo da garrafa, e colocar ali um cadarço ou corda para assim pendurar a garrafa em algum local especifico onde também estará o compressor de ar.

Uma outra alternativa é usar um suporte. Abaixo você pode ver um exemplo de suporte fabricado em madeira. Bastante simples, funcional e muito bonito.

suporte

Suporte para garrafas de eclosão de cistos
Imagem cedida por Betta Brasil WebSite

Você pode, se tiver experiência e material para isso, fabricar um suporte destes ou então pedir para que algum marceneiro o fabrique para você.

Até a pouco tempo, a loja virtual do Betta Brasil vendia este produto.

Dicas

É aconselhável sempre manter o compressor em local mais alto que a garrafa de eclosão. Pois se ocorrer algum problema da solução em eclosão vazar pela mangueira, este não atingirá o compressor danificando o mesmo.

Para coletar é muito simples. Basta tirar a garrafa da eclosão por alguns minutos, aguardar que as “cascas” dos cistos subam e abaixar a mangueira para que os nauplios com a água escoam pela própria mangueira.

Como a mangueira não foi colada na tampa da garrafa, caso um dia se fizer necessário, você poderá trocar a mangueira ou até mesmo refazer o processo de fixação da mesma para corrigir algum eventual vazamento. Inclusive se for o caso, trocar a tampa por outra nova.

Boa sorte!

Como embalar peixes para transporte

28/07/2011 3 comentários

Embalar peixes, para estes serem transportados, parece ser para alguns coisa simples enquanto que para outros é complicado.

Mas a tarefa requer alguns cuidados pois não podemos nos esquecer que trata-se de uma vida que estamos empacotando e não um simples objeto. Portanto, devemos ter a consciência que devemos ter todo cuidado necessário para preservar o bem estar do peixe que esta sendo embalado.

Veja abaixo um vídeo onde você poderá ver um peixe sendo embalado em um saco plástico.

 

Como se pode notar, este texto é especificamente voltado no que se refere a embalar o peixe usando saco plástico. Podem ser utilizados outros métodos, como por exemplo o transporte em tanques próprios, mas não é este o propósito aqui tratado.

Adiante, vou expor algumas dicas para embalar um peixe com sucesso e garantia de bem estar:

• Nunca deve-se encher o saco plástico completamente com água. A proporção ideal é de 25% de água para o restante ser ocupado com oxigênio;

• Sempre considerar usar um saco plástico reforçado e de tamanho compatível com o tamanho do peixe que será embalado. O mais recomendado é fazer um duplo ensacamento, ou seja, usar dois (2) sacos plásticos para diminuir os riscos de ruptura;

• O ideal é embalar cada peixe individualmente, exceto que o tempo de transporte seja breve;

• Após colocar o peixe dentro do saco fechar este muito bem. Para isto podem ser utilizados barbantes ou elásticos. Certifique-se que esteja bem lacrado e que não possa ocorrer nenhuma ruptura. Utilizando fitas adesivas de boa qualidade prenda as pontas do saco plástico de modo que o peixe não corra o risco de ficar preso e/ou sufocado nestas extremidades;

• Evite agitação excessiva da embalagem durante o ensacamento;

• É recomendado que o peixe ensacado seja transportado dentro de uma caixa de isopor. Assim além de proteger contra choques térmicos, um ambiente escuro será menos estressante;

• Outra dica importante é alimentar bem o peixe alguns bons dias antes de ser embalado e deixar o mesmo em jejum por no mínimo 24 horas antes de ser embalado. Desta maneira, a quantidade de dejetos durante o tempo em que este ficar ensacado será o mínimo possível evitando problemas maiores.

Estas foram apenas algumas dicas simples e rápidas. E quando você for embalar um peixe, não se esqueça, você está embalando um ser vivo!

Coisas úteis para o aquarismo – Almotolia

28/07/2011 2 comentários
almotolia

Almotolia Plástica

No aquarismo, coisas relativamente simples, ajudam bastante para a manutenção dos peixes e aquários.

E nem sempre alguns utensílios que necessitamos para executar algumas tarefas, conseguimos encontrar estes para comprar em loja do ramo. Aí, precisamos improvisar ou então usar algo que tenha a utilidade voltada para outras coisas que não tem nada haver com o aquarismo.

Um grande exemplo para isso é fornecer nauplios recém eclodidos para diversos peixes em vários aquários. Ou então algum outro tipo de alimento líquido.

Uma opção prática seria fazer o uso de um conta gotas. Mas nem sempre conseguimos encontrar um para comprar na capacidade que necessitamos para servir os nauplios aos nossos peixes.

Até hoje, uma das melhores opções que encontrei foi a utilização de almotolia plástica. Estas almotolias são utilizadas geralmente no ramo hospitalar para aplicação de diversos materiais e são facilmente adquiridas em lojas do ramo hospitalar. Além do custo ser relativamente baixo.

São muito práticas, fáceis de limpar e podem inclusive servir como um conta gotas. A da foto, comporta aproximadamente 130ml de líquido.

Esta aí uma boa dica para você usar com alimentos líquidos ou até mesmo para outras aplicações no aquarismo.

Medicando peixes ornamentais

Criar peixes ornamentais e/ou manter peixes em nossos aquários parece ser tarefa relativamente fácil e sem nenhum segredo. É cuidar para manter o aquário sob todos os cuidados necessários e os peixes idem, alimentar bem os peixes, cuidar das plantas, manter alguma iluminação durante algumas horas do dia, fazer trocas de água e por aí vai. Mas e quando um daqueles lindos peixinhos aparecer com algum problema, com alguma comportamento diferente do normal, com a aparência diferente daquela que estamos acostumados?

E agora? O que será? Será apenas um pequeno machucado? Será apenas algum parasita? Será uma bactéria, fungo ou outra coisa?

É, pelo visto é aí que a maioria dos aquaristas começa a ter dúvidas e não faz a mínima ideia por onde começar a resolver. Ou então toma medidas completamente errôneas e acaba causando mais problemas ainda.

O propósito deste texto é orientar de forma genérica alguns pontos muito importantes na questão de administrar medicação em peixes ornamentais. Seguindo estas dicas, será mais fácil chegar a uma solução evitando administrar algum medicamento incorreto para o tipo de problema.

Então vamos direto para as dicas do que você deve ou não fazer em alguma eventual necessidade de problemas.

Avaliar os sintomas e depois medicar

Não fique medicando logo de imediato sem antes avaliar bem os sintomas para determinar o remédio correto. Aliás, medicar um peixe ornamental é a mesma coisa do que você tomar um remédio. Você tomaria um xarope de tosse se você tivesse uma dor de cabeça? Pois é. Com peixes não é nada diferente. Você acha correto aplicar um bactericida quando o problema é constipação intestinal?

Tratar a causa antes de tratar os sintomas

Não adianta apenas medicar o peixe. Afinal de contas isso representa apenas a metade da solução. É muito importante tomar as medidas necessárias para resolver a causa do problema. Grande parte das vezes, existem outros fatores que causaram o problema tais como algum fator estressante no ambiente como por exemplo relacionados à qualidade da água, outros peixes que possam estar doentes, alimentação inadequada ou deficiente entre outros. Portanto, identifique e corrija o problema.

Medicando peixes saudáveis

Peixes saudáveis não devem ser medicados, isso deveria ser uma regra importante a ser seguida. Novamente vou voltar a mesma questão: medicar um peixe é semelhante a medicar um ser humano. É correto um ser humano tomar remédio para pressão alta quando sua pressão sanguínea esta dentro dos valores considerados normais? Há um velho que diz “É melhor prevenir do que remediar” e não que é melhor medicar para prevenir!

Não misture medicamentos

Todo e qualquer medicamento pode causar interações medicamentosas, portanto assim como para nós humanos isso também é válido ao medicamentar peixes ornamentais. Sempre que ocorrer a necessidade de aplicar mais de um medicamento ao mesmo tempo, nunca o faça sem antes consultar as instruções de cada um. Jamais use medicamentos aleatórios e depois faça substituições esperando que um deles lhe trague um resultado positivo. Sempre que realmente houver a necessidade de substituir alguma medicação não se esqueça de limpar completamente o aquário hospital no intuito de remover toda medicação ali presente. Pesquise bem antes de iniciar alguma mudança na medicação para ter certeza que o benefício desta mudança seja positivo.

Veneno e remédio

Todo tratamento via medicação é um risco e não pense que ao medicar estará resolvendo o problema de saúde do seu peixinho. Uma medicação incorreta ou em dosagem incorreta poderá acarretar em estragos sérios aos órgãos internos, principalmente ao fígado e rins, em consequência do stress adicional que o peixe irá se submeter ao precisar metabolizar os produtos químicos do medicamento. Não há um remédio 100% seguro por isso é bom usar o bom senso e determinar se o risco vale a pena a recompensa. Lembre-se que a diferença entre o veneno e o remédio é a quantidade a ser aplicada.

Início e fim

É muito importante seguir o tratamento até o fim. Jamais interrompa este ao menor sinal de melhora. Alguns tipos de infecções bacterianas podem simplesmente se manter adormecidas dando todos os sinais de cura e depois ressurgir pior do que antes.

Aquários comunitários

Não se medica nenhum peixe em um aquário comunitário. Nunca. Jamais. Mesmo que o peixe apenas esteja demonstrando algum sinal de doenças, mesmo que ainda não haja necessidade de administrar medicação o mais sensato é remover este para um aquário próprio, ou seja, um aquário exclusivamente para observação e tratamento mais conhecido na aquariofilia como Aquário Hospital ou Aquário de Quarentena. A administração de medicamentos em um aquário comunitário poderá causar problemas aos peixes que lá se encontram saudáveis. O medicamento pode ser a solução para a saúde do seu peixe enquanto que é letal para outros habitantes do aquário como invertebrados e moluscos. É extremamente sensato observar bem o peixe antes de iniciar um tratamento a base de remédio.

Filtragem biológica

Se todo antibióticos e todo bactericida é desenvolvido para acabar com bactérias é certo que estes medicamentos também façam efeito sobre o filtro biológico do seu aquário. Sendo assim creio que não seja necessário reforçar a tese de que todo tratamento deve ocorrer em aquário próprio para esta finalidade e nunca dentro de um aquário estabilizado com filtros biológicos.

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As espécies de peixes do gênero Betta

O GÊNERO

Betta é um gênero de peixes pequenos e coloridos da família Osphronemidae. Dentro deste gênero estão descritas mais de 60 espécies, emtre todas elas, o mais conhecido que é o Betta splendens que tornou-se um dos peixes mais populares entre aquaristas do mundo todo.

AS ESPÉCIES

As espécies descritas de Betta foram agrupadas em “complexos” para efeitos de conservação, mas não quer dizer que representem a realidade taxonómica. Os complexos de espécies de Betta são os seguintes:

Complexo akarensis:

  • Betta akarensis (betta-de-akar)
  • Betta antoni
  • Betta aurigans
  • Betta balunga
  • Betta chini
  • Betta ibanorum
  • Betta obscura
  • Betta pinguis

Complexo albimarginata:

  • Betta albimarginata
  • Betta channoides

Complexo anabatoides:

  • Betta anabatoides (betta gigante)

Complexo bellica:

  • Betta bellica (betta grácil)
  • Betta simorum

Complexo coccina:

  • Betta brownorum
  • Betta burdigala
  • Betta coccina
  • Betta livida
  • Betta miniopinna
  • Betta persephone
  • Betta rutilans
  • Betta tussyae
  • Betta uberis

Complexo dimidiata:

  • Betta dimidiata
  • Betta krataios

Complexo edithae:

  • Betta edithae

Complexo foerschi:

  • Betta foerschi
  • Betta mandor
  • Betta rubra (betta-de-toba)
  • Betta strohi

Complexo picta:

  • Betta falx
  • Betta picta (betta pintada)
  • Betta simplex
  • Betta taeniata (betta-de-borneu)

Complexo pugnax:

  • Betta breviobesus
  • Betta cracens
  • Betta enisae
  • Betta fusca
  • Betta lehi
  • Betta pallida
  • Betta prima
  • Betta pugnax (betta-de-penang)
  • Betta pulchra
  • Betta raja
  • Betta schalleri
  • Betta stigmosa

Complexo splendens:

Complexo unimaculata:

  • Betta compuncta
  • Betta gladiator
  • Betta ideii
  • Betta macrostoma (betta-ocelada)
  • Betta ocellata
  • Betta pallifina
  • Betta patoti
  • Betta unimaculata (betta-de-howong)

Complexo waseri:

  • Betta chloropharynx
  • Betta hipposideros
  • Betta pi
  • Betta renata
  • Betta spilotogena
  • Betta tomi
  • Betta waseri

Sem associação determinada:

  • Betta apollon
  • Betta bangka
  • Betta bungbihn
  • Betta ferox
  • Betta sukadan

O “peixe-lutador-siamês” ou “peixe-de-briga”, B. splendens, é frequentemente chamado vulgarmente pelo nome “betta”, apesar de em 2006 haver cerca de 65 espécies classificadas no género Betta. Outro problema é que o nome Betta, indicando um género biológico, deve ser sempre escrito com maiúscula inicial e em itálico, enquanto que, se for utilizado como um nome comum, deve ser escrito com minúsculas.

Fonte de consulta: Wikipédia.

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Peixes Caracídeos

Caracídeos ou Characidae é uma família de peixes actinopterígeos pertencentes à ordem Characiformes.

Peixes com a pele coberta de escamas, quase sempre ciclóides. Cabeça sem escamas. Nadadeiras com raios moles. Os dentes são importantes na sua identificação. A maioria possui nadadeira adiposa, e não possuem barbilhões. Possuem um órgão denominado complexo de Weber, osso operculares completos, bexiga natatória. Nadadeira caudal bifurcada e nadadeira anal desenvolvida.

É o grupo que possui mais espécies de água doce na América, sendo que no Brasil existem aproximadamente 300 espécies, onde inclusive a piranha também faz parte desta lista.

Nadadeira adiposa

Nadadeira adiposa de um Tambaqui

ADIPOSA – Pequena nadadeira encontrada dorsalmente e próxima ao pedúnculo caudal.

Mais sobre caracídeos: VitoriaReef.

O Patê de Myron Gordon

Quem foi Dr. Myron Gordon?

Cidadão americano, médico patologista e ictiólogo, responsável pelo setor de nutrição dos peixes do Aquário Público do Museu de Nova York além de um aquariofilista muito respeitado.

A formulação do famoso patê ocorreu após algumas experiências que resultou em uma receita que atendia as necessidades nutricionais de várias espécies de peixes. Um dos principais motivos para a realização destas experiências, foi a falta de diversidade de ração para peixes ornamentais naquela época.

Esta simples receita se tornou tão famosa quanto o seu criador. A receita chegou a ser publicada em diversas revistas do segmento de peixes ornamentais, em especial a TFH – Tropical Fish Hobbyst que tinha circulação mundial.

No Brasil, ela foi introduzida por intermédio de membros da ACAPI – Associação Carioca de Aquariofilia Piscicultura e Ictiologia, que tinham acesso à revista TFH.

Receita Original do Patê

  • 450 gramas de fígado de boi
  • 30 folhas de espinafre
  • 2 ovos inteiros sem casca
  • 2 colheres (sopa) de aveia em flocos
  • 1 colher (café) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 1 copo de água

Preparo

Limpe bem o fígado retirando todas as gorduras, peles, nervos e cartilagem. Dê uma leve fervura no espinafre e jogue fora a água verde. Liquidifique os ingredientes adicionando aos poucos pequenas quantidades de água, apenas o suficiente para facilitar a trituração. Leve ao fogo, em banho-maria, dando apenas um pré-cozimento para coagular as moléculas.

Como Guardar

Coloque em pequenos potes e mantenha congelado. Retire do congelador apenas a quantidade suficiente a ser usada.

Uma outra opção é espalhar o patê sobre um plástico, embrulhar e congelar. Assim, quando for usar, basta quebrar pedaços do tamanho desejado.

Fórmulas Alternativas

A partir da formulação do Dr. Gordon, podem ser acrescentados outros ingredientes para um patê mais “emcorpado”.

Alguns ingredientes que muitos aquaristas costumam acrescentar são vitaminas, medicamentos, rações, casca de ovo, alho, cenoura, batata, banana, coração de boi, figado de galinha, camarão, gelatina, spirulina, proteína de soja e vários outras opções.

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